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Tromboflebite e trombose venosa profunda. Qual a diferença?

 

Muitas pessoas confundem as duas doenças por que ambas são formadas através de coágulos de sangue dentro das veias, mas saiba que não é a mesma coisa e é preciso se atentar aos sintomas e diferenças para evitar complicações e, principalmente, preveni-las. Conheça!

A Tromboflebite é uma inflamação de uma ou mais veias causada por um coágulo sanguíneo e pode ocorrer em qualquer local associado ou não a varizes. As causas podem ser inúmeras em geral associado a lesão no sistema vascular como uso de acesso para medicamentos, trauma local, varizes prévias.

As chances de desenvolver a doença podem aumentar se você:

  • Tiver histórico de AVC que tenha causado paralisia nos braços ou nas pernas.
  • Uso de cateter na veia central.
  • Fazer uso de medicamento endovenoso
  • Uso de pílulas anticoncepcionais ou terapia de reposição hormonal.
  • Predisposição genética a algum transtorno de coagulação sanguínea.
  • Ter mais de 60 anos.
  • Portador de varizes.

Os principais sintomas incluem a presença de vermelhidão e inchaço na área afetada, além de calor, sensibilidade e dor. Consulte um médico o quanto antes se você notar o aparecimento de um ou mais sintomas, onde serão feitos uma serie de exames para diagnosticas a doença, como ultrassonografias, exame de sangue e tomografia para descobrir onde o coágulo está presente.

Já o tratamento é feito com medidas de autocuidado, mantendo o membro afetado em posição elevada. Pode ser recomendado ainda o uso de anticoagulantes, meias de compressão, anti-inflamatório e muitas vezes cirurgia para remover coágulo.

A Trombose Venosa Profunda (TPV) é a formação de um coágulo sanguíneo em uma ou mais veias centrais, normalmente nas pernas ocorre bloqueio no fluxo de sangue que causa inchaço e dor na região acometida. O perigo maior é quando um coágulo se desprende e se movimenta na corrente sanguínea, em um processo chamado de embolia, podendo ficar preso, nos pulmões por exemplo.

Permanecer sentado, deitado ou em repouso absoluto aumenta as chances em se desenvolver a doença, assim como hereditariedade, gravidez, alguns tipos de câncer, infecções gastrointestinais e:

  • Histórico de trombose ou embolia pulmonar.
  • Ser fumante.
  • Ter acima de 60 anos.
  • Fazer uso de anticoncepcionais.
  • Ter marcapasso ou insuficiência cardíaca.

Em muitos casos, a trombose é assintomática, mas alguns sintomas podem ser notáveis, como dor nas pernas, sensação de queimação na parte afetada do membro, coloração vermelha ou azul, edema (inchaço). Procure um cirurgião vascular ou angiologista imediatamente se os principais sintomas de trombose surgirem.

Para saber se realmente é uma Trombose, alguns exames podem ser solicitados, como ultrassonografias, exame de sangue. O tratamento tem como objetivo impedir o crescimento do coágulo e que ele avance para outras regiões do corpo. Neste caso, é feito com remédios anticoagulantes ou, inserção de filtros na veia do abdômen para impedir que os coágulos sanguíneos se desloquem para os pulmões e meias de compressão para melhorar o edema.

 

Bom, espero que tenha gostado do artigo e fique sempre ligado nos sintomas para um diagnóstico precoce e assim, evitar consequências graves no futuro. Até a próxima!

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